Formação de preços de combustíveis: desafios e soluções

Formação de preços de combustíveis: desafios e soluções

Entenda quais são os principais desafios das distribuidoras de combustíveis e transportadores revendedores retalhistas (TRR) na formação de preços, e quais as soluções viáveis para essa situação..

Pode até parecer uma tarefa simples, mas a formação de preço dos combustíveis é uma ação complexa para distribuidoras e TRRs de todo o país. E isso acontece por uma série de fatores, dinâmicos, que interferem no valor do produto.

Desde a liberdade para formação de preços em todas as etapas da cadeia, até a volatilidade do produto — o que pode interferir na quantidade comprada e recebida do combustível — é preciso conhecer as variáveis para não errar no cálculo.

Portanto, se você deseja saber mais sobre os desafios para as distribuidoras e TRRs, além de conhecer as soluções para essa questão, continue lendo este conteúdo até o final. Boa leitura!

Os desafios da formação de preço de combustíveis

Como falamos brevemente, toda a cadeia de produção, armazenamento e distribuição dos combustíveis acaba impactando no preço final do combustível. Se as refinarias aumentam seus valores, por exemplo, isso vai influenciar quanto o consumidor final pagará pelo produto.

Mas esse não é o único desafio. Confira as principais variáveis que dificultam a formação de preço dos combustíveis:

Biocombustíveis

A variação no preço do biodiesel e do etanol anidro são variáveis importante para a composição do diesel e da gasolina. Se qualquer etapa da produção sofrer um aumento de preços, eventualmente as outras etapas também precisarão se ajustar.

Além disso, no caso do etanol quando hidratado, é um concorrente direto da gasolina, o que por si já impacta no valor repassado ao mercado.

Cotações do mercado internacional

As cotações do mercado internacional, altamente voláteis nos últimos anos, também surgem como uma variável na formação de preços dos combustíveis. Se o barril do petróleo sofre uma alta global, eventualmente as refinarias, distribuidoras e transportadoras, entre outras empresas pertencentes ao processo, irão aumentar seus preços.

Tributos estaduais e federais

Da mesma forma, tributos estaduais, que variam de estado para estado, e federais têm grande poder sobre a formação de preço dos combustíveis. PIS/PASEP, Cofins, Cide e ICMS são alguns dos itens que influenciam o aumento ou queda dos valores. Uma atenção especial ao ICMS, que para operações interestaduais deve-se observar as regras específicas da origem/destino que podem influenciar na carga total desse imposto.

Despesas operacionais

Outro ponto importante na equação de formação de preços de combustíveis são as despesas operacionais, onde salário, investimentos, custos de armazenagem, gastos com fornecedores etc influenciam em como as distribuidoras e TRRs corrigem suas tabelas de preço. Ou seja, ano após ano, com o custo de vida aumentando, é natural que os combustíveis também sejam um reflexo dessa alta.

Margens de distribuição e revenda

O penúltimo ponto que impacta bastante o valor final do combustível e dificulta a formação de preço para as distribuidoras e TRRs são as margens de distribuição e revenda. Como toda empresa precisa faturar e gerar lucro, é necessário considerar esse item para não reduzir as margens e dificultar o caixa da organização. Portanto, para manter o financeiro saudável, também é necessário atender as necessidades de negócio.

No caso das distribuidoras, por exemplo, manter a manutenção da frota em dia para evitar custos elevados com problemas e intervenções não planejadas e buscar as melhores alternativas de custos para fretes e seguros são algumas das estratégias que podem fazer a diferença nos custos de distribuição. E sim, a margem pode estar no detalhe!

Volatilidade do combustível

O último ponto, que precisa ser considerado na formação de preço dos combustíveis, envolve a armazenagem do produto. Como o Brasil é um país extremamente grande em território, o transporte no segmento é pensado para não ser feito em grandes distâncias, reduzindo riscos de volatilidade no trajeto da carga.

A armazenagem, no entanto, precisa ter um rígido controle de temperatura para evitar o desperdício ou perda de produto. O controle a 20 graus é uma prática essencial no setor e que permite às empresas manter maior domínio sobre o volume de combustível armazenado e os riscos de volatilidade associados ao mesmo.

Por isso, a maior parte das TRRs precisam confiar em sistemas robustos para considerar as variáveis na hora de precificar seus produtos. E ter um sistema que atue com o controle a 20 graus é fundamental para que esse processo seja mais assertivo.

Formação de preços de combustíveis: use a tecnologia em seu favor

Apesar de muitos passos dessa cadeia de fornecimento não dependerem das distribuidoras e TRRs, como é o caso dos impostos, ainda é preciso formar preços justos e adequados para atender todos os elos desse segmento.

Entre todos os itens apresentados nesta artigo, podemos reforçar que a carga tributária é um dos fatores decisivos na precificação final do produto. E para melhorar a margem de lucro das TRRs, o foco estratégico deve estar concentrado, sobretudo, na gestão dos custos operacionais, distribuição (frete e seguro, por exemplo, devem ser levados em conta!) e crédito dos clientes.

A boa notícia é que esses desafios já foram superados com o uso de sistemas robustos e preparados para a rotina desse segmento. É o caso do Mega Combustíveis, sistema criado pela OptCode e que atende plenamente as necessidades do mercado. Desde o planejamento até o controle por meio de relatórios, o software TRR foi cuidadosamente criado para resolver problemas, como é o caso da volatilidade da carga, das TRRs.

Portanto, se a sua empresa passa por esse tipo de desafio de gestão e logística, nós temos a solução para você. Com as soluções da OptCode, sua TRR terá condições de acabar com os prejuízos e maximizar os lucros.

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